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sacollection14
Kashmiri girl :
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2025-11-28 18:12:07
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REVOLTANTE | Com o olho ainda inchado, a médica Ana Paula Martins, que atua na rede municipal de Aparecida de Goiânia, utilizou as redes sociais para denunciar um caso de agressão que sofreu por parte de uma paciente. Ela também fez um desabafo sobre a dura realidade dos profissionais de saúde que atendem pelo SUS. O caso aconteceu na noite desta quarta-feira (26), na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Flamboyant. Conforme a vítima, ela deu início ao plantão por volta das 07h quando, já ao fim, às 18h30, chamou a paciente pelo painel para ser atendida, mas, como ninguém se pronunciou, foi ela própria até a recepção chamar mais uma vez, nominalmente. Mais uma vez, ninguém se manifestou. Ela então deu prosseguimento com os atendimentos e começou a se preparar para internar outro indivíduo quando, por volta das 18h50, a paciente que não respondeu aos chamados se apresentou, sendo informada que teria de aguardar. A Guarda Civil Municipal (GCM) compareceu e de imediato localizou a paciente, porém, ao tentar se esquivar e fugir dos agentes, foi necessário o uso de algemas. Repercussão Nas redes sociais, o Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego) publicou uma nota de repúdio.
REVOLTANTE | Com o olho ainda inchado, a médica Ana Paula Martins, que atua na rede municipal de Aparecida de Goiânia, utilizou as redes sociais para denunciar um caso de agressão que sofreu por parte de uma paciente. Ela também fez um desabafo sobre a dura realidade dos profissionais de saúde que atendem pelo SUS. O caso aconteceu na noite desta quarta-feira (26), na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Flamboyant. Conforme a vítima, ela deu início ao plantão por volta das 07h quando, já ao fim, às 18h30, chamou a paciente pelo painel para ser atendida, mas, como ninguém se pronunciou, foi ela própria até a recepção chamar mais uma vez, nominalmente. Mais uma vez, ninguém se manifestou. Ela então deu prosseguimento com os atendimentos e começou a se preparar para internar outro indivíduo quando, por volta das 18h50, a paciente que não respondeu aos chamados se apresentou, sendo informada que teria de aguardar. A Guarda Civil Municipal (GCM) compareceu e de imediato localizou a paciente, porém, ao tentar se esquivar e fugir dos agentes, foi necessário o uso de algemas. Repercussão Nas redes sociais, o Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego) publicou uma nota de repúdio. "Não há justificativa para o ocorrido. Médicos não podem continuar sendo vítimas de agressões físicas, verbais e psicológicas, nem da precarização das condições de trabalho e do aviltamento salarial. Seguiremos firmes para garantir que todos os médicos exerçam a medicina com segurança, dignidade e condições adequadas", escreveu. A reportagem também entrou em contato com a Secretaria de Saúde de Aparecida de Goiânia: "A Secretaria de Saúde de Aparecida reafirma seu repúdio a toda e qualquer agressão aos profissionais da pasta, que estão diariamente atendendo à população salvando vidas e trabalhando para reduzir sofrimentos. O caso agora está sendo investigado pelas autoridades de segurança pública" Leia a matéria completa em portal6.com.br. Link na bio. 📝 Davi Galvão (@davi_galviones) 📹 @_anapaulaamartins #Médica #AparecidadeGoiânia #Portal6

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